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Regra GAMS em acidentes com matérias perigosas: medidas iniciais

Bombeiro de equipamento completo faz registo junto a barril azul caído em estrada isolada com cones e fita de segurança.

Intervenções com matérias perigosas podem acontecer em qualquer corpo de bombeiros - não apenas às equipas especializadas de matérias perigosas. Muitas vezes, porém, os primeiros quadros de comando a chegar ao local ficam ultrapassados pela situação. Por isso, queremos trazer de volta à memória a Regra GAMS. Ela orienta as medidas iniciais inadiáveis após um acidente com matérias perigosas e pode ser treinada de forma realista com meios simples.

Texto: Silvio Faulstich. Jörg Rieck, Companhia de Ahrweiler

Na teoria, isto não deveria acontecer. Na prática, vê-se que muitas corporações não se preparam devidamente para ocorrências com matérias perigosas. “Nós não lidamos com isso; para isso existe a unidade de matérias perigosas ou a equipa ABC…” Só que, entretanto, em muitas dessas equipas faltam elementos com disponibilidade (por exemplo, efetivos dispensados), pelo que cada vez mais o piquete de combate a incêndios acaba por ter de intervir. Além disso, estas unidades especiais existem em número limitado por distrito/município; até chegarem, podem passar facilmente até 30 minutos. Entretanto, numa ocorrência com substâncias perigosas, há medidas iniciais que não podem esperar.

Um cenário típico - e muito adequado para treino - mostra como as equipas, sobretudo o primeiro responsável de comando a chegar, podem orientar-se pela conhecida “Regra GAMS” aprendida na formação de chefe de equipa (ver quadro).

A Regra GAMS

G de Identificar os perigos (Gefahren erkennen)

A de Assegurar o local (Absichern der Einsatzstelle)

M de Salvar pessoas com autoproteção (Menschenrettung unter Eigenschutz)

S de Solicitar forças especiais (Spezialkräfte nachfordern)

Situação inicial do exercício

Após um acidente rodoviário, um camião de transporte de carga fracionada apresenta escorrência de um líquido. O condutor e o colega estão inconscientes. O veículo tem painel laranja. Nos documentos de carga surge o número de perigo 30. Existe ainda outra embalagem com uma substância diferente, devidamente rotulada, mas sem danos.

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Organização do espaço num acidente com matérias perigosas

Tal como em qualquer intervenção, também na aplicação da Regra GAMS a organização do espaço é determinante. Erros cometidos aqui raramente se conseguem corrigir mais tarde.

Se existir indício de fuga/derrame de substância e, como neste exemplo, o evento não estiver confinado ao interior de um edifício, a aproximação deve ser feita com o vento favorável. Sugestão: pode pedir-se a direção do vento via rádio à central, ou confirmar junto da polícia e/ou do INEM, que muitas vezes chegam antes. Em alternativa, dá para “ler” o vento com um pedaço de fita de sinalização preso num sinal de trânsito ou poste de iluminação, ou observando bandeiras e aerogeradores.

Em relação ao foco do incidente, deve manter-se uma distância mínima. Sem reconhecimento detalhado, os 50 metros provaram ser uma referência segura. Esta distância está igualmente prevista no regulamento de serviço dos bombeiros (FwDV) 500.

Na colocação dos veículos, além da distância ao foco, devem respeitar-se princípios básicos:

  • Não estacionar em depressões, valas ou zonas mais baixas do que o local do sinistro
  • Manter margem para mudar de posição se o vento rodar (observando, naturalmente, a estabilidade da direção do vento)
  • Garantir a possibilidade de retirar equipamento (por exemplo, escadas)
  • Sobretudo: deixar espaço e, se possível, corredor de passagem até próximo do limite de isolamento, para as forças especiais que chegam depois com material (por exemplo, coluna de matérias perigosas, TUIS, grua)

Para que os próprios operacionais trabalhem em segurança, o limite da zona de perigo tem de ficar, logo no início (ainda sem especialistas no local), bem visível e demarcado. Nesta primeira linha de isolamento deve existir área suficiente para, rapidamente, instalar uma descontaminação de emergência, montar a proteção contra incêndio e criar uma zona de depósito de equipamento. Atrás desta linha ninguém deve permanecer sem proteção mínima - nem mesmo o comandante da polícia.

Importa ainda lembrar que a proteção contra incêndio (dependente da situação) deve acompanhar de imediato os binómios que avançam em direção ao veículo/objeto. No exemplo descrito, pelo menos a lança de espuma e o extintor de pó químico deveriam ser colocados o mais depressa possível nas proximidades do camião. Só assim se garante acesso rápido e aplicação eficaz dentro do alcance de projeção. É também aconselhável preparar uma linha B (maior alcance e maior distância de segurança).

EPI nos bombeiros: pontos críticos a respeitar

Um tema recorrente - especialmente quando há salvamento de vítimas - é o nível mínimo de autoproteção para os primeiros operacionais que avançam. Regra prática: mesmo para salvamento, deve usar-se no mínimo um aparelho respiratório isolante (ARI)! Luvas e botas de borracha resistentes a óleos e ácidos, que em muitas corporações fazem parte da carga do primeiro veículo, são igualmente um padrão mínimo recomendável.

O argumento, muitas vezes repetido, de que “perde-se demasiado tempo” a equipar o EPI é uma desculpa fraca. Pelo menos na progressão para montar o dispositivo de proteção contra incêndio, o tempo de trocar luvas e botas (se não estiverem logo calçadas) é irrelevante. O mais tardar, após o salvamento, se houver derrame/fuga e forem necessárias ações imediatas no veículo (como recolha/proteção/vedação), então luvas e botas de borracha passam a ser obrigatórias.

Nesta discussão entra também - quando existe - o fato ligeiro de proteção química. Em especial nas corporações responsáveis por assistência técnica rodoviária em determinados troços, estes fatos ligeiros já são comuns.

As chefias devem insistir, sobretudo na fase inicial, em evitar qualquer contacto com a substância libertada. Exemplos de instruções típicas: não pisar, não passar por baixo (por exemplo, se estiver a pingar de uma ponte), não tocar e não “alcançar” através (por exemplo, por baixo de um camião).

Sugestão: se for necessário passar por baixo de um veículo com líquido a escorrer para encaminhar cordas, mangueiras, cintas de aperto ou similares, recomenda-se usar uma agulha de passagem. Se houver espaço suficiente, pode também lançar uma linha-guia (linha de trabalho ou linha de bombeiros) para puxar cintas, películas, mangueiras e afins por baixo do veículo.

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Regra GAMS (passo 1): identificar rapidamente os perigos

Para reconhecer a situação mantendo a distância adequada, uns binóculos são um “obrigatório” barato. E, idealmente, a ideia de ter uma câmara térmica como meio de primeira intervenção deixará de provocar olhares de incredulidade.

A primeira equipa no local começa de imediato a recolher informação. A prioridade é observar o painel laranja, se estiver preenchido. Muitas vezes, também a rotulagem/identificação no próprio veículo dá pistas relevantes. Por exemplo, além da publicidade de um produto, o nome da transportadora e o respetivo contacto telefónico, em conjunto com a matrícula, permitem frequentemente obter dados decisivos sobre as substâncias e mercadorias transportadas.

A situação ideal é ter um condutor consciente, que fale uma língua compreensível, e/ou conseguir encontrar os documentos atuais da viagem (por exemplo, um dossier na cabine). Em qualquer caso, torna-se recomendável consultar uma base de dados de substâncias perigosas. A construção deste “mosaico” de informação pode ser incorporada no treino com meios simples.

Muitos colegas ainda esperam encontrar as antigas fichas de emergência junto do painel - mas há anos que já não são transportadas aí. Parte do reconhecimento do perigo é também estimar a possível dispersão da substância derramada/libertada e preparar medidas adequadas.

Logo no início da ocorrência, o primeiro responsável no local deve definir e isolar a zona de perigo. Seja com luzes intermitentes, cones, fita de balizamento, sinalização, linhas de trabalho - cada corporação dispõe de material de isolamento. Dependendo do local, pode ser necessário incluir acessos, caminhos agrícolas, ciclovias e passeios nas medidas de corte/controlo. Se a área for confusa, pode mesmo ser indispensável assegurar o isolamento com elementos de vigilância.

Se vias de circulação de âmbito superior puderem ser afetadas pela dispersão, então - conforme a avaliação - deve ser ordenado o seu corte, tarefa que cabe à polícia.

Nota: na zona de perigo não permanece ninguém sem missão e apenas o efetivo estritamente necessário. Deve evitar-se o acesso de não autorizados (curiosos, imprensa, moradores, e também polícia e INEM) à zona de perigo. Uma coordenação clara com o INEM (local de transferência de vítimas; questões sobre contaminação e/ou descontaminação) e com a polícia é indispensável.

Em função da direção de propagação, é preciso impedir o agravamento do evento com medidas de contenção. Selar sarjetas, criar um dique, fechar aberturas de edifícios próximos ou evacuar um edifício vizinho (se líquidos, vapores ou gases pesados já tiverem entrado) são apenas alguns exemplos de ações para limitar a dispersão.

Com mangueiras colocadas no terreno (por exemplo, 3 mangueiras B pressurizadas ligadas a um distribuidor) ou com barreiras de areia, terra ou absorventes, a primeira equipa pode direcionar o escoamento para uma possível zona de retenção (vala, depressão).

Nota: usar bacias de retenção de águas pluviais pode ser uma opção para reduzir danos. É obrigatório vedar imediatamente a descarga/saída no início da intervenção. Em bacias de infiltração, esta solução não deve ser usada.

A recolha provisória do produto pode ser feita, por exemplo, suspendendo uma lona por baixo do ponto de fuga ou colocando um recipiente de recolha (bacia, caixa de entulho, caixa de carga). Já a vedação só deve ser tentada se for possível com meios simples e com baixo risco. Podem servir, por exemplo, uma cunha de madeira num rasgo, a compressão de mantas absorventes de óleo ou de sacos vazios de absorvente para reduzir o caudal, o aperto de uma união roscada ou o fecho de uma válvula. A criatividade tem algum espaço - por vezes, linhas de combustível são mesmo vedadas com ferramentas do kit de bordo (como um sargento de limagem), ou por simples dobragem e fixação com abraçadeiras. A chamada pasta de vedação de fugas também tem dado bons resultados: mesmo em depósitos IBC cheios (capacidade de 1.000 litros), pequenas fugas já foram seladas desta forma.

Nota: camiões com mais de 1.000 litros de gasóleo no depósito já não são raros. Se um depósito rasgar, pode sair rapidamente uma grande quantidade de combustível, formando poças ou até pequenas “lagoas”. Espalhar absorvente de óleo em grande área, por si só, é extremamente perigoso, porque aumenta muito a superfície (efeito de pavio, como numa vela) e reduz a energia necessária para ignição - sem outras medidas, é uma receita para incêndio. Se o líquido não puder ser recolhido (absorvido, aspirado/bombeado) ou se o absorvente saturado não puder ser colocado de imediato e com segurança em recipientes de transporte, a proteção contra incêndio tem de ser reforçada. Por exemplo, montando proteção tripla (água/pó/espuma) em vez de apenas dupla, ou aumentando o número de linhas para adequar à área coberta pelo absorvente.

Garantir proteção contra incêndio também faz parte da Regra GAMS

A proteção contra incêndio numa ocorrência com matérias perigosas é montada - tal como em qualquer acidente rodoviário - pelo menos em dupla redundância (por exemplo, extintor de pó e linha C). No entanto, o ataque rápido normalmente fica fora de opção devido à grande distância ao foco. Em classe de perigo 3, quando existe um “3” no número de perigo, ou quando há fuga de um líquido perigoso desconhecido, é necessária proteção tripla - ou seja, deve preparar-se também, no mínimo, uma lança de espuma.

Ao assegurar esta proteção, devem privilegiar-se grandes alcances (monitores, lanças de espuma pesada), para permitir o combate a partir de maior distância. Se houver incêndio, é caso para “atacar em força”: S 4 em vez de extintor de espuma.

No caso descrito (e no treino), o extintor de pó e a lança de espuma devem ser levados de imediato para o limite da zona de perigo, de forma a garantir o dispositivo. Se for necessário efetuar salvamento sob cobertura do dispositivo de proteção, isso implica o emprego simultâneo de dois binómios.

Nota: quando existe um “X” no painel, a substância não só reage perigosamente com água, como, devido ao elevado teor de água, também reage muitas vezes de forma igualmente violenta com espuma média ou pesada. Aqui não há alternativa: é preciso obter muito rapidamente informação sobre a substância e os agentes extintores adequados. Até lá, o uso de água, espuma ou aditivos deve limitar-se à proteção do ambiente e/ou das próprias forças e meios. Existem, naturalmente, substâncias em que, pela lógica de “muito ajuda muito”, os bombeiros poderiam ainda assim extinguir com água - em dúvida, a partir de cobertura. Porém, nesse caso, o problema passa a ser a retenção da água de extinção contaminada que escorre.

“Com efetivo apenas de uma equipa, esta ocorrência dificilmente se resolve com eficácia” - este é outro ensinamento que um exercício destes deve proporcionar. Além do isolamento e das medidas de contenção, é obrigatório montar o mais depressa possível uma alimentação de água: primeiro do veículo para a frente e, logo que possível, da fonte de abastecimento para o veículo. Em locais com fraca disponibilidade de água (por exemplo, autoestradas), devem ser acionados de início veículos de grande capacidade ou, conforme a situação, ordenada a montagem de um abastecimento adequado.

A água é necessária para a proteção contra incêndio, para a descontaminação de emergência e, se aplicável, para abater/diluir vapores, para criar neblina de proteção em cenário Ex, ou simplesmente para arrefecimento de recipientes. Sem esquecer a direção do escoamento por mangueiras pressurizadas, conforme descrito.

Bacia improvisada para descontaminação de emergência

Para montar uma descontaminação de emergência, basta uma bacia de recolha improvisada junto à linha de isolamento. Pode ser um anel com seis mangueiras A de sucção, ou com uma mangueira B dobrada em dupla, em ambos os casos com uma lona (área de 4×4 metros ou superior). Outra opção é construir uma bacia com elementos de escada de encaixe - embora esses elementos possam vir a ser necessários no camião.

A descontaminação deve ser feita com baixa pressão/baixo caudal (por exemplo, com linha D). O controlo de pressão deve ser feito no distribuidor, não na agulheta, porque reduzir a pressão na agulheta normalmente degrada bastante o padrão de pulverização. Se for viável, a adição de espumífero (por exemplo, com pistola de espuma) melhora o resultado de limpeza.

Memoriza: se for possível permitir que pessoas afetadas/operacionais (ajustado à meteorologia) retirem a roupa, isso representa, em regra, cerca de 80% de descontaminação.

Efetivos para salvamento de vítimas

Regra geral, o salvamento tem prioridade máxima. Para cada vítima a resgatar, deve ser empregue pelo menos um binómio, idealmente em paralelo (ao mesmo tempo). Com duas vítimas, o ideal seriam três binómios (e, com proteção contra incêndio assegurada, quatro binómios), porque mesmo numa zona exterior e aparentemente simples, com fuga de substância perigosa, deve existir pelo menos um binómio de segurança. E também aqui vale: para resgatar os próprios operacionais, o uso de ARI é obrigatório, mesmo que só seja necessário percorrer poucos metros sem obstáculos.

A responsabilidade do primeiro comandante no local não se limita a pedir a coluna de matérias perigosas. Da sua avaliação depende também se, e com que urgência, se aciona o TUIS (sistema de informação e apoio da indústria química para acidentes de transporte) e se se chama a assessoria técnica da autoridade local da água e/ou da inspeção do trabalho/atividade industrial. Pode estar em causa apoio para decidir medidas adicionais, como organizar contenções suplementares, avisar populações ribeirinhas a jusante (a jusante do curso de água) ou alertar a população na envolvente.

Perigo de ignição / risco Ex na intervenção dos bombeiros

Conforme a situação e como parte do isolamento/segurança do local, deve cortar-se a energia elétrica dos veículos. Pelo menos em veículos de matérias perigosas, é frequente existir um botão de paragem de emergência ou um corta-baterias (no painel ou atrás da cabine) que permite desligar consumidores críticos ou mesmo todo o sistema elétrico de bordo. Assim evitam-se curto-circuitos com faíscas como fonte de ignição. Se existirem medidores Ex nos veículos de primeira intervenção, devem ser utilizados.

Evitar fontes de ignição é, por si só, uma regra para quem avança. Em treino, deve controlar-se especialmente para que os próprios operacionais não se tornem fonte de ignição (lanternas não certificadas para Ex, rádios, telemóveis, pagers, isqueiros) nem produzam faíscas com ferramentas e materiais. Até chegarem especialistas com ferramentas anti-faísca, o essencial é atuar com plano, disciplina e manuseamento correto dos meios, para excluir a formação de faíscas.

Isto começa logo por executar apenas as primeiras medidas inadiáveis para evitar uma grande escalada do dano, ponderando cuidadosamente alternativas. Por exemplo, a lona destinada a ser suspensa por baixo deve ser aberta fora da zona de perigo, para reduzir o risco de carga eletrostática. Uma caixa metálica de entulho deve ser pousada com cuidado, ou apoiada sobre uma proteção, em vez de ser arrastada no empedrado/asfalto.

Para o cenário de treino, é sensato não trabalhar com a plataforma elevatória traseira aberta, nem permitir a sua abertura (justificação: superestrutura do camião sem alimentação elétrica). O primeiro binómio deverá ter de criar acesso à carga usando um elemento de escada de encaixe por cima da lona - o que aumenta muito o grau de dificuldade.

Se existir perigo de explosão - tipicamente por fuga de gases inflamáveis ou de um líquido altamente inflamável (por exemplo, número de perigo 33, 323) com temperaturas acima de 10 °C - então, dependendo da avaliação, o salvamento só deve iniciar-se após montar proteção tripla contra incêndio. As fontes de ignição têm de ser evitadas sem exceção. É obrigatório trabalhar de forma calma e ponderada; só com concentração total se consegue, por exemplo, impedir a formação de faíscas.

Que os equipamentos usados pelos binómios que avançam (rádio e iluminação) devem ser certificados para Ex é evidente. Se existirem falhas, esses equipamentos não podem ser usados. Nesse caso, impõe-se progressão “à voz” e iluminação, tanto quanto possível, a partir de maior distância.

Pode também ser uma opção avançar sob proteção de neblina de água com agulhetas de jato oco de grande caudal. No entanto, não se pode perder de vista o risco para o próprio binómio que dá essa cobertura: até onde consegue ele avançar para acompanhar as forças que progridem?

Como regra pedagógica, talvez não seja boa ideia introduzir logo uma situação Ex na primeira prática de Regra GAMS de uma corporação. Ainda assim, um exercício deste tipo não só levanta novas perguntas, como sobretudo gera aprendizagem prática para futuras intervenções e para a formação contínua em matérias perigosas.

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