Cada vez mais especialistas em envelhecimento saudável não se concentram apenas em dietas rigorosas, mas também naquilo que chega à mesa no fim da refeição. Um novo conselho de sobremesa, apresentado no âmbito da investigação sobre longevidade, promete algo que muitos procuram: prazer com um benefício mensurável para a saúde e para a duração de vida - assente em chocolate negro, proteínas vegetais e fibra.
O que está realmente por detrás da “sobremesa da longevidade”
O ponto de partida é o chocolate negro com elevada percentagem de cacau, combinado com ingredientes exclusivamente de origem vegetal. A proposta surge de investigadores que, há anos, estudam as chamadas “Zonas Azuis” - regiões do mundo onde vive uma proporção acima da média de pessoas que chegam aos 90 ou até aos 100 anos.
A hipótese defendida por estes cientistas é simples: ao transportar para uma sobremesa moderna os padrões alimentares característicos dessas regiões, é possível juntar prazer e efeitos positivos na saúde. O resultado é uma mousse vegana feita com cacau, tofu e tâmaras, desenhada para actuar sobre vários factores de risco associados a doenças crónicas.
"O essencial: muito cacau, muita fibra, sem açúcar branco - e porções pequenas, mas com regularidade."
Porque é que o cacau negro pode influenciar a esperança de vida
A evidência científica indica que cerca de 15 g de chocolate negro por dia, com pelo menos 70% de cacau, são suficientes para desencadear alterações mensuráveis no organismo. Dependendo da tablete, esta quantidade corresponde a um ou dois pequenos quadrados.
Nesta dose, os investigadores observam, entre outros efeitos:
- menor agregação das plaquetas sanguíneas (importante para a prevenção de tromboses);
Comentários
Ainda não há comentários. Seja o primeiro!
Deixar um comentário