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Pratos brancos fora de moda: a colecção Bayadère da Gifi com prato azul de grés por 1,99 €

Mesa de madeira posta ao ar livre com pratos coloridos, azeite, limões e salada mediterrânea.

Muitas casas conhecem bem este cenário: no armário acumulam-se pratos brancos, lisos e básicos - são práticos e resistentes, mas pouco entusiasmantes à vista. Agora, uma nova linha de um conhecido retalhista de decoração está a dar que falar por juntar design mediterrânico a um preço abaixo dos dois euros. A proposta é simples: com poucas peças, mudar por completo o ambiente à mesa, sem esvaziar a conta.

Porque é que os pratos brancos de repente parecem aborrecidos

Durante muito tempo, os pratos brancos “standard” foram a escolha dominante. São neutros, combinam com tudo e, muitas vezes, ficam por poucos cêntimos cada. Para muitos estudantes e famílias jovens, os modelos simples das grandes cadeias de mobiliário e utilidades domésticas são uma opção óbvia: baratos e pouco delicados.

Com o passar do tempo, porém, instala-se frequentemente a sensação de que a mesa ficou com ar de cantina. A comida continua a saber bem, mas visualmente há pouca vida. Quem gosta de cozinhar ou de receber amigos percebe depressa que a apresentação também conta.

"Um prato fica completamente diferente quando é servido em loiça colorida ou com textura - como num restaurante."

Cores, formas e materiais influenciam a forma como percebemos os alimentos. Uma salada de tomate num prato azul-escuro parece mais vibrante; uma massa simples pode ganhar, de repente, um ar de trattoria à beira-mar. É exactamente nesse ponto que entra a nova colecção da Gifi.

A colecção Bayadère da Gifi: sol para a mesa do dia a dia

A Gifi, marca de decoração e artigos para a casa, lançou a série “Bayadère”, pensada para trazer boa disposição às refeições. O elemento visual central são as riscas e linhas bem definidas - um motivo que continua no topo das tendências de decoração.

A linha não se fica pelos pratos: é um conjunto alargado para mesa e casa, que inclui:

  • Têxteis como toalhas de mesa, guardanapos e caminhos de mesa
  • Conjuntos de individuais para uma mesa mais estruturada
  • Jarros e pequenas jarras para água ou limonada
  • Porta-ovos para o pequeno-almoço de domingo
  • Almofadas decorativas e têxteis de casa para sala e zona de refeições

O conjunto joga com cores intensas, mas sem cair no berrante, e com um grafismo limpo. O objectivo é dar vida a interiores simples com poucos gestos. Para quem vive rodeado de sofás cinzentos, paredes brancas e cozinhas neutras, a Bayadère funciona como um apontamento de cor - sem obrigar a mudar todo o estilo.

"A colecção deve saber a uma tarde no sul: quente, descontraída, um pouco como férias, mesmo que se esteja só à mesa da cozinha."

Apesar desta sensação de “quase hotel de design”, a Gifi mantém o seu princípio base: ideias de decoração com ar actual, acessíveis mesmo com um orçamento curto.

A estrela da série: o prato azul de grés por menos de dois euros

Dentro da gama Bayadère, há uma peça que se destaca imediatamente: um prato grande e raso, em grés azul. Com 26,7 centímetros de diâmetro, adapta-se praticamente a todas as rotinas - desde a massa em família até ao assado de domingo.

O vidrado azul faz lembrar as tonalidades do Mediterrâneo, como as que se vêem em esplanadas de aldeias costeiras. O azul não soa a kitsch; pelo contrário, parece natural, quase como cerâmica levemente marcada pelo tempo, típica de uma tasca junto à praia.

Visualmente, o prato equilibra linhas modernas com um toque artesanal. A forma mantém-se minimalista e contemporânea, mas a superfície e o degradé do vidrado trazem calor. Assim, a comida ganha presença sem que a loiça roube protagonismo.

Prático para o quotidiano, apesar do ar de férias

Para que não seja apenas bonito, mas também funcional, a Gifi aposta no grés - uma cerâmica de maior densidade. Este material está na moda porque tende a ser mais resistente do que a porcelana fina e, ao mesmo tempo, transmite mais qualidade do que a cerâmica mais básica.

O prato pode ir à máquina de lavar loiça e também ao micro-ondas. Isto faz diferença para quem, depois do trabalho, quer aquecer rapidamente sobras ou simplesmente não quer lavar à mão. Ou seja: apesar do aspecto “feito à mão”, não há cuidados especiais a cumprir.

O preço fica nos 1,99 € por unidade. É mais do que os modelos ultra-económicos das grandes superfícies de mobiliário, mas continua muito abaixo do que se costuma pagar por loiça com linguagem de design. E, comprando quatro ou seis, o valor total mantém-se controlado - com um impacto visível na mesa.

Prato de sobremesa a condizer para um conjunto coerente

Além do prato grande, existe uma versão mais pequena com 20,5 centímetros de diâmetro. O visual segue o mesmo caminho do “irmão” maior: mesma cor, mesma estética, a mesma vibração mediterrânica.

Este prato funciona bem para:

  • Fatias de bolo ou sobremesas à tarde
  • Pequenos pratos de fruta no fim da refeição
  • Entradas como antipasti ou saladas
  • Tábuas de queijo para duas pessoas

Com o valor de 1,49 €, torna-se fácil montar um conjunto. Quem optar, por exemplo, por oito pratos grandes e oito pequenos, chega a uma fasquia de preço onde outras colecções ainda estão a começar - mas aqui já fica com a mesa completa no novo visual.

"Com cerca de 28 € por um conjunto de oito pratos grandes e oito pequenos, a mesa passa a parecer de casa de férias, sem que o orçamento entre em modo férias."

Como integrar o estilo mediterrânico em casa

Se até agora só existem pratos neutros em casa, não é preciso trocar toda a loiça. Muitas vezes, um mix bem pensado chega. Uma abordagem simples: usar os pratos azuis como ponto de destaque e manter os brancos como “base”. O contraste fica interessante sem cair no desorganizado.

O resultado torna-se ainda mais harmonioso com alguns complementos fáceis:

  • Uma toalha de fibras naturais ou um caminho de mesa em bege ou cor de areia
  • Guardanapos de linho em branco ou cinzento-claro
  • Copos com relevo discreto ou um leve tom de cor
  • Um pequeno ramo de oliveira, alecrim ou limões numa taça de cerâmica como decoração

Em poucos minutos, surge o efeito “casa de férias no sul”, mesmo que a vista real dê para o pátio interior ou para o estacionamento. O efeito psicológico permanece: a mesa fica mais acolhedora e as refeições parecem mais intencionais.

Para quem compensa mais fazer a mudança

Esta colecção tende a ser especialmente interessante para três perfis:

  • Agregados jovens, que até agora usam apenas pratos muito básicos e querem melhorar o ambiente com pouco dinheiro
  • Pessoas em teletrabalho, que ao almoço já não querem comer “a correr” e preferem criar pequenas pausas
  • Anfitriãs e anfitriões, que recebem amigos com frequência e procuram mudar rapidamente a atmosfera à mesa

Quem cozinha muito conhece bem o efeito: pratos novos dão vontade de caprichar um pouco mais no empratamento. O jantar não precisa de ficar mais trabalhoso, mas ganha um ar mais cuidado.

O que significa, afinal, o material grés

Para muita gente, palavras como “cerâmica” e “grés” evocam logo pratos rústicos de restaurantes tradicionais. A geração actual, no entanto, tem um aspecto bem mais moderno - mantendo as vantagens do material.

O grés é cozido a temperaturas mais altas do que a cerâmica comum. Isso torna-o mais denso, menos poroso e globalmente mais resistente. Os vidrados também costumam parecer mais “vivos”, porque podem surgir pequenas irregularidades intencionais, que dão personalidade à peça.

Na prática, isto traduz-se em:

  • Boa resistência para uso diário, mesmo frequente
  • Menor probabilidade de lascar do que porcelanas muito finas
  • Um peso agradável, com sensação de qualidade, sem ser excessivo

Para um visual mediterrânico, o grés é quase perfeito: lembra cerâmica tradicional de países do sul, mas encaixa igualmente em cozinhas modernas, com muito inox ou acabamentos tipo betão.

Porque pequenas mudanças à mesa fazem tanta diferença

O olhar cai no prato em todas as refeições. Quando este elemento é pensado, a disposição à mesa muda automaticamente. Um prato azul, por exemplo, pode dar mais profundidade a pratos de peixe, massas de verão ou bowls coloridas. O branco é limpo; o azul acrescenta profundidade e uma associação subtil ao mar.

Há ainda um factor psicológico: quando se come num ambiente visualmente mais apelativo, tende-se a abrandar e a viver a refeição com mais atenção. Isso pode ajudar na percepção de saciedade e servir como pequena pausa contra o stress do dia.

Para muitos lares, este novo prato acessível pode ser o empurrão para voltar a dar importância à mesa. Bastam algumas peças para tirar protagonismo aos velhos pratos brancos e trazer um pouco de Mediterrâneo para casa - todos os dias, pelo preço de um café para levar.

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