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PJ deteve quatro homens por rapto, extorsão e agressões em Odivelas e Setúbal

Agente da Polícia Judiciária algema suspeito enquanto outro polícia verifica documentos numa rua urbana.

A Polícia Judiciária (PJ) deteve quatro homens por suspeitas de integrarem grupos criminosos e de estarem envolvidos no rapto, extorsão e agressões violentas a duas vítimas, em ocorrências distintas em Odivelas e em Setúbal.

Operações da Polícia Judiciária através da Unidade Nacional Contra Terrorismo

Segundo a PJ, através da Unidade Nacional Contra Terrorismo foram levadas a cabo, nos últimos dias, duas operações direcionadas ao combate a criminalidade violenta, com o objetivo de "identificar, desmantelar e deter alegados membros de dois grupos criminosos". No âmbito dessas ações, a polícia refere ter detido quatro pessoas alegadamente implicadas em "crimes de rapto, extorsão, roubo agravado e ofensa à integridade física qualificada", de acordo com um comunicado.

Caso em Odivelas: vítima mantida refém e coagida a transferir dinheiro

Numa das operações, foram detidos três homens. A PJ indica que são "suspeitos de manter refém, ameaçar de morte e de agredir reiteradamente a vítima, coagindo-a a transferir dinheiro, com recurso a arma branca".

Caso em Setúbal: rapto, transporte para zona isolada e agressão violenta

Na outra operação, foi detido um homem, suspeito de pertencer a um grupo que raptou a vítima e a transportou para um local isolado, onde esta terá sido violentamente agredida. A PJ enquadra o episódio no contexto de uma alegada dívida associada a estupefacientes.

A Polícia Judiciária acrescenta que os dois episódios - o primeiro em Odivelas e o segundo em Setúbal - "indiciam uma atuação concertada, violenta e intimidatória, com especial gravidade pela privação da liberdade, agressões em grupo e uso de arma branca, com elevado potencial de alarme social e insegurança junto da comunidade".

Os quatro detidos foram presentes a primeiro interrogatório judicial, tendo-lhes sido aplicadas medidas de coação de apresentações semanais e proibição de contactos.

A PJ refere ainda que os inquéritos são titulados pelos DIAP de Loures e de Setúbal.

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