Quem anda todos os dias a saltar entre compromissos, família e stress acaba muitas vezes por recorrer a pizza congelada, barras de snack ou entregas ao domicílio. Ainda assim, é possível manter uma alimentação equilibrada sem obsessão por dietas, sem contar calorias e sem balança de cozinha. O que faz a diferença são as porções certas, a frequência com que certos alimentos aparecem nas refeições - e atenção às armadilhas escondidas no supermercado.
Quanto de quê? A base das porções saudáveis e da pirâmide alimentar
Vários institutos de investigação transformaram as necessidades nutricionais do organismo em recomendações fáceis de seguir. Um dos modelos mais conhecidos é a pirâmide alimentar: na base ficam os alimentos que devem estar no prato todos os dias; à medida que se sobe, as escolhas tornam-se menos frequentes e em quantidades menores.
"Quem prestar atenção, mesmo que de forma aproximada, às quantidades e à frequência, chega surpreendentemente perto de uma alimentação ideal - sem planos de dieta rígidos."
Alimentos de origem animal: importantes, mas com limites
Carne, peixe, ovos e laticínios fornecem proteína de elevada qualidade biológica, ou seja, proteínas muito bem aproveitadas pelo corpo. Além disso, contribuem com minerais como ferro e cálcio e com vitaminas, sobretudo dos grupos B, D e A.
O problema aparece quando estes alimentos entram vezes demais no menu ou em porções exageradas. Nesses casos, aumentam:
- Gordura total e ácidos gordos saturados
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