Literacia em saúde e estratégia para a DPOC na Madeira
“As pessoas sabem mais sobre DPOC e os sistemas de saúde também se têm adaptado para promover não só a literacia, mas também disponibilizar recursos para um melhor diagnóstico da DPOC. Na Madeira, temos uma estratégia definida”
- Bruna Ornelas de Gouveia, Diretora Regional da Saúde da Madeira.
Trabalho em equipa, prevenção e prioridade nacional da DPOC
“Precisamos de literacia em saúde, isso é o mais importante. Precisamos de trabalhar em equipa – médicos, enfermeiros, farmacêuticos – porque é muito importante esta comunicação. E temos também de trabalhar mais na prevenção”
- Cláudia Vicente, Coordenadora do Grupo Estudos de Doenças Respiratórias (GRESP) da APMGF.
“Acredito que o desconhecimento sobre DPOC advém muito da falta de literacia em saúde. É necessário comunicar mais e, para isso, é preciso priorizar a patologia dentro do sistema e a nível nacional”
- Duarte Mesquita, Diretor Médico da Sanofi Portugal.
Inovação terapêutica e personalização do tratamento na DPOC
“Os medicamentos inovadores trazem claramente qualidade de vida e melhor vida aos cidadãos, permitindo-lhes fazer coisas que não conseguem fazer hoje”
- Helena Freitas, Diretora Geral da Sanofi Portugal.
“Rastrear, diagnosticar precocemente e tratar cada doente da melhor forma. Ou seja, proporcionar a cada doente com as suas características individuais, beneficiando do enorme avanço de tratamento desta doença”
- Jorge Ferreira, Presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia.
Rastreio, espirometrias e diagnóstico precoce no SNS
“O diagnóstico tem de ser precoce, aí há uma falha. Os médicos têm de ter uma ação muito mais proativa nesta questão. É preciso melhorar o SNS para que haja uma rede nacional de espirometrias a funcionar em Portugal”
- José Albino, Associação de Pessoas com DPOC e Outras Doenças Respiratórias Crónicas (Respira).
“Uma proposta que tem sido veiculada por algumas associações é fazer rastreio, nomeadamente na população fumadora, no sentido de tentar detetar mais precocemente a DPOC. Porque quando as pessoas têm sintomas e vão ao médico, já perderam cerca de 40% da função pulmonar”
- Miguel Guimarães, ex-bastonário da Ordem dos Médicos.
Associações, comportamento dos doentes e peso das doenças respiratórias nos hospitais
“A DPOC é uma doença que não dá muitos sintomas, que se iniciam tardiamente. A evolução clínica é muito rápida, as pessoas isolam-se e ficam com a sensação de que a culpa de estarem doentes é de fumarem e isolam-se”
- José Alves, Presidente da Fundação Portuguesa do Pulmão.
“Hoje em dia o papel das associações é fundamental. Neste momento o doente é o centro de tudo e a perspetiva tem de ser essa, em que o doente participa e toma decisões informadas em partilha com os seus médicos”
- Paula Duarte, vice-presidente da Associação Respira.
“As doenças respiratórias são a principal causa de internamento nos hospitais e de mortalidade. As exacerbações de DPOC têm um peso muito grande nos internamentos, porque qualquer infeção respiratória faz com que haja uma exacerbação. São internamentos que podem ser muito prolongados”
- Paula Pinto, Diretora do Serviço de Pneumologia da ULS Santa Maria.
“As doenças respiratórias têm muito impacto nos hospitais, sobretudo na época de inverno, (...) e com grande mortalidade. A prevenção, desde logo pela vacinação e controlo adequado das patologias crónicas, é fundamental”
- Paula Simão, Diretora do Serviço de Pneumologia da ULS Matosinhos.
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